Cursa Letras Português na Universidade Federal de Jataí. Desde que mal se entende como leitor, é apaixonado pelas palavras vivas; gosta de andar sobre as palavras como enamora manhãs de sol. Não sabe ao certo quando começou a escrever, apenas que sempre gostou, apesar de nem sempre ser fácil. Escrever demanda…
Guardados em um canto do guarda-roupa, tem papéis com poemas e palavras soltas que, por enquanto, compartilhou com poucas pessoas — mas deseja afrouxar essa arte pelo mundo afora. Tem uma professora maravilhosa que o apresenta às literaturas, inclusive às goianas, e a cada dia se encanta mais. No fim, acha que apenas finge ser poeta como alguém finge ser bonito.