Caju Mateus

Me chamo Caju Mateus, transmasculino de raízes goianas, maranhenses, tocantinenses com um toque de minas e bahia. Escrevo desde os 10 anos de idade, só sabido, porque minha vó guardou o poeminha.  Em Goiânia, com poemas, vivi alguns poucos anos no coletivo Goiânia Clandestina, o qual tenho publicações em antologias. Trabalhei também com o Corpo de Voz, coletivo de vocalização de poemas. 

Daí pra frente trabalhei minha poesia seguindo as suas necessidades de diferentes suportes, então caminhei pela pintura, performance, audiovisual e atualmente na produção musical.  Ao que se refere a meu estilo de poemas, não saberia bem enquadrá-lo, porque talvez também fuja um tanto dessas burocracias. Mas aprendo e me inspiro muito com Manoelzinho (o de Barros, mesmo). No mais, escrevo pra que eu sobreviva aos atravessamentos do dia a dia, pra que eu exercite minha coragem e possa sempre me entender melhor.

Em: 10/04/2024

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