É uma pessoa autêntica, que prefere a simplicidade e a verdade a qualquer forma de status ou fama. Brincalhona, mas séria quando precisa, acredita no poder das palavras como forma de transformação. Escreve para libertar o que sente, sem buscar reconhecimento — apenas o arrepio de fazer o que nasceu para fazer. Quer que seus textos toquem corações e deixem um eco no infinito, como prova de que esteve, de fato, vivo.