O canto dos pássaros amanhece o meu dia,
aquele som no qual me pouso sempre.
Uma catenga atravessa o quintal.
O topo do pé de manga permanece estático.
Da porta dos fundos presencio tudo aquilo com respeito.
Abaixo das árvores, as galinhas ciscam pelo de-comer
e conversam enigmaticamente entre si.
Minha contemplação é interrompida por um ronco no estômago.
E peço licença pras formigas que comem minha banda de pão.